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Tags Industries State (Polity) Equations System
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Table of Contents
                            4. Modelação e Programação em Grafcet    4.1. Noções fundamentais   4.2. Noções complementares   4.3. Exemplo de aplicação:
Introdução
Introdução
Introdução
Introdução
Exemplo inicial: prensa automatizada
Funcionamento
Especificação tecnológica
Modelo
4.1. Noções fundamentais
Grafcet: Noções fundamentais
Alternância etapa - transição
Interface com o processo físico
Convenções
Sequências de operações simultâneas (nós do tipo AND)
Sequências simultâneas: modelo Grafcet
Sequências de operações simultâneas
Sequências de operações simultâneas
Sequências de operações alternativas (nós do tipo OR)
Sequências alternativas: modelo Grafcet
Sequências alternativas: modelo Grafcet
Sequências de operações alternativas
Regras de evolução
1. Inicialização
2. Validação
3. Disparo
3. Disparo (cont.)
4. Disparos simultâneos
5. Activação e desactivação simultâneas
4.2. Noções complementares
Noções complementares: Introdução
Variáveis internas
Acções condicionais
Acções pontuais
Acções memorizadas
Temporizações
Temporizações
Temporizações
4.3. Exemplo de aplicação: partilha de recursos
Exemplo: Sistema de transporte
Exemplo: Sistema de transporte
O problema da partilha de recursos
Noção de recurso partilhado
Noção de recurso partilhado
Recurso partilhado: outro exemplo
Recurso partilhado: outro exemplo
Recurso partilhado: outro exemplo
Bloqueio (“deadlock”)
Recurso partilhado: mais um exemplo
Recurso partilhado: mais um exemplo
Recurso partilhado: mais um exemplo
Recurso partilhado: mais um exemplo
Representação em Grafcet das situações de partilha de recursos
Representação pela estrutura
Representação pela interpretação
Representação mista
Comentários
Comentários (cont.)
Comentários (cont.)
4.4. Macro-etapas e macro-acções
Macro-etapas: Conceito
Macro-etapas
Macro-etapas: Conceito
Macro-etapas: Conceito
Macro-etapas: Conceito
Macro-etapas: Conceito
Macro-etapas: Exemplo de aplicação
Macro-etapas: Exemplo de aplicação
Macro-etapas: Exemplo de aplicação
Macro-etapas: Exemplo de aplicação
Macro-etapas: Exemplo de aplicação
Macro-etapas: Exemplo de aplicação
Macro-acções: Conceito
Macro-acções: Conceito
Macro-acções: Conceito
Macro-acções: Conceito
Macro-acções: Exemplo de aplicação
Macro-acções: Exemplo de aplicação
Macro-acções: Exemplo de aplicação
Macro-acções: Exemplo de aplicação
Macro-acções: Exemplo de aplicação
4.5. Métodos de implementação
Implementação do Grafcet: Introdução
Implementação do Grafcet: Equações do comportamento
Implementação do Grafcet: Algoritmo base
Método assíncrono: Algoritmo
Método assíncrono: Exemplo
Método assíncrono: Programa
Limitações do método assíncrono
Situações de conflito
Situações de conflito: Exemplo
Activação e desactivação simultâneas da mesma etapa
Activação e desactivação simultâneas: Exemplo
Método de implementação síncrono
Método de implementação síncrono
Método síncrono: Algoritmo
Método síncrono: Programa
Programação em Grafcet
Edição de modelos Grafcet
1. Estrutura do gráfico
2. Receptividades e Acções
Receptividades
Acções
Acções
Acções
Acções
Temporizações
Temporizações: Exemplo
Macro-etapas e de macro-acções
Macro-acções
Macro-acções
Macro-acções
Macro-acções
Macro-acções
                        
Document Text Contents
Page 1

LEEC, Automação Industrial, Ramos TEC e Energia. 2002/03 (versão 3.0) 1 José António Faria

4. Modelação e Programação em Grafcet
4.1. Noções fundamentais
4.2. Noções complementares
4.3. Exemplo de aplicação: partilha de recursos
4.4. Macro-etapas e macro-acções
4.5. Métodos de implementação

Anexo: Programação em Grafcet com o software PL7

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LEEC, Automação Industrial, Ramos TEC e Energia. 2002/03 (versão 3.0) 2 José António Faria

Introdução

O que é o Grafcet?
• é um método gráfico de apoio à concepção de sistemas industriais

automatizados,
• que permite representar, através de modelos do tipo dos gráficos

de estados, o comportamento de sistemas sequenciais.

Onde reside o seu interesse?
• a partir do modelo Grafcet de um sistema, pode ser gerado

automaticamente o programa do controlador desse sistema,
• sendo muito mais simples construir o modelo Grafcet, do que

desenvolver o programa do controlador.

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LEEC, Automação Industrial, Ramos TEC e Energia. 2002/03 (versão 3.0) 57 José António Faria

Comentários

1. Representação pela estrutura

• A cada recurso partilhado é associada uma etapa (neste exemplo a
etapa 1) tal que, quando essa etapa está activa o recurso está livre e,
quando está inactiva, o recurso está ocupado.

• A receptividade X12 associada à transição da etapa 22 para a etapa 23
é necessária devido à regra de evolução 4 (disparos simultâneos).

• De facto, se as receptividades das transições 12/13 e 22/23 fossem,
ambas, iguais a “1”, e se os dois carros chegassem simultaneamente
aos postos e1 e e2, ambos avançariam para o troço comum.

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LEEC, Automação Industrial, Ramos TEC e Energia. 2002/03 (versão 3.0) 58 José António Faria

Comentários (cont.)

2. Representação pela interpretação

• Por interpretação designa-se o conjunto das receptividades de um
Grafcet.

• A representação pela interpretação dá origem a gráficos mais simples
que a representação pela estrutura. No entanto:
• se o mesmo recurso for partilhado por vários utilizadores, as

expressões das receptividades que condicionam o acesso ao
recurso tornam-se muito extensas.

• a existência de um recurso partilhado é menos evidente pois a
estrutura do gráfico não reflecte explicitamente essa característica.

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